Desenvolvimento e Pré-Entrega do "Não-Objeto"

Como decidimos mudar o não-objeto de um visor para um vestíbulo, tivemos que repensar todos os seus mecanismos. O novo design consistia em cinco quadrados conectados entre si, de maneira articulável, com conduítes sobre os quais os espelhos estariam fixos. A articulação dos quadrados faria com que eles pudessem se acoplar a qualquer parte do corpo e a maleabilidade dos conduítes permitiria grande movimentação dos espelhos. O não-objeto se prenderia ao corpo por meio de arames.


Fizemos o Mock-Up e ao testar tivemos diversos problemas, provando que o design precisaria ser repensado novamente. O espelho era pesado demais, o arame não se prendia direito ao corpo e os quadrados, feitos de foam board e presos uns aos outros com o uso de enforca gato, estavam rasgando facilmente. A única parte que funcionou como esperado foram os conduítes, que eram molengas por si só, mas, já que colocamos arames no seu interior, ficaram rígidos o bastante para se manter nas posiçãos dispostas.


No terceiro, e último, design do não-objeto, seria o próprio conduíte que serviria tanto para acoplá-lo ao corpo, quanto para segurar as bases dos espelhos. A base do espelho seria um quadrado feito de madeira que se prenderia ao conduíte por meio de uma abraçadeira de cano. A única mudança em relação aos espelhos foi que substituímos o espelho pesado por espelhos de bolso.






Após a pré-entrega e os comentários dos professores, constatamos que o conduíte precisava ser preso ao corpo de maneira mais firme. Para isso, utilizamos fitas de velcro.


Grupo: Ana Carolina Santana, Bernardo Reis, Gabriella Morais, Luiza Cortines, Raphael Pais e Yaluny Pantaleão.


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